Após o lançamento do PNAIC, dia 20 de março de 2013, deu-se início as atividades com o grupo de alfabetizadores do terceiro ano.
O encontro posterior ao lançamento aconteceu no dia 22 de março do corrente ano e sem sombra de dúvidas foi um momento muito importante para trabalharmos com a integração e socialização do grupo
O encontro foi iniciado com a música Bom dia de Zizi Possi.
Após esse momento de
acolhida, foi desenvolvida a dinâmica do Boneco e esta proporcionou aos participantes bem estar, descontração e conhecimento acerca de si mesmo e do outro.
Os profissionais presentes
apresentaram o seu desenho, comentando
suas características marcantes, seus objetivos, metas, realizações, anseios e
perspectivas referentes ao programa.
Na sequência, confeccionamos um cartaz intitulado: O que somos e o que desejamos - expondo os bonecos desenhados e os desejos dos cursistas.
Foi exibido, na sequência, o Vídeo Aprender a aprender. Após, foram coletadas do grupo as várias leituras e destas, levantamos
questionamentos acerca da aprendizagem fazendo ligação com
suas vivências e práticas em sala de aula.
Dando continuidade, foi
realizada uma tempestade de ideias quanto à prática da alfabetização.
Inicialmente, foi solicitada a divisão da turma em grupos. Em seguida, alguns
questionamentos foram distribuídos como: Você acha possível alfabetizar uma
criança até os oito anos de idade? Quais problemas interferem na alfabetização
de uma criança? Quais soluções você daria para uma alfabetização eficaz e
eficiente?
Os grupos reunidos
discutiram acerca das perguntas e elaboraram possíveis respostas.
Depois de coletar o
conhecimento prévio dos participantes, foi distribuído entre os grupos, o texto:
Por uma alfabetização até os oito anos
de idade de Magda Soares com o intuito de ratificar as ideias iniciais,
refutar e / ou até mesmo complementar as respostas referentes aos
questionamentos.
No período da tarde,
começamos nossas atividades com a dinâmica Um
garotinho chamado Amor. A dinâmica foi bastante relevante para o momento,
pois proporcionou movimento e interação entre os participantes do grupo.
Dando continuidade, em equipes, foi feito o estudo
dos textos: Concepções de Alfabetização:
o que ensinar no ciclo de alfabetização
e o texto Avaliação no ciclo de alfabetização.
Após a distribuição dos
textos, foi solicitado aos grupos que lessem, discutissem e apresentassem o
conteúdo de forma clara e criativa como por exemplo através de paródia, de
cartazes, fichamentos, linha do tempo, poema, etc.
→ Material produzido pelos
professores durante o encontro do dia 22 de março de 2013 após leitura e
discussão de textos sobre Avaliação e concepções de Alfabetização.
→LITERATURA
DE CORDEL
Avaliar na alfabetização
antigamente
Era muito complicado para o aluno
Pois o professor lhe
indagava em prontidão
Para saber que letra sabia
ou não.
Existia certo tempo
Uma tal de prontidão
Onde o aluno deveria
Ter memorização.
Memorizar as letras
E aprender a silabar
Somente depois disso tudo
É que podia avançar.
Na avaliação tradicional
O professor era o sabichão
No construtivismo o erro do
aluno
Era aproveitado para
A partir daí, ser orientado.
Ao final do ano os alunos
Que não alcançassem tais
aptidões
Ficavam em apuros
E eram reprovados sem a
menor compaixão
E ao perceberem o fracasso
escolar
As autoridades decidiram
essa prática mudar.
Mas no dia de hoje
Tudo é muito diferente
A criança ao chegar
Encontra um novo ambiente
Onde o professor avalia
Toda a sua vivência
Podendo eles dessa forma
Superar as suas deficiências
Pois o professor também
É avaliado pela sua
eficiência
Esperamos que o PNAIC nos dê
novos instrumentos
Para que nossos alunos
também tenham mais desenvolvimento
Onde ao serem avaliados
aproveite seu conhecimento
E o professor esteja hábil
para esse reconhecimento.
Componentes: Andrea,
Gabriela, Geane, Marineide, Neilda, Leilda, Eliene
→
PARÓDIA COM A MÚSICA ASA BRANCA
Caros colegas e amigos
Quero lhes apresentar
Um tema em discussão que veio prá arrebentar
Sobre concepções de alfabetização, agora
vou falar.
Foi na década de 80,
Que Ferreira e Teberosky
Demonstraram que a escrita
Não era somente um código
Apresentaram uma concepção
Como sistema de notação
Por meio de pesquisa para nossa
apropriação.
Já na década de 90 um novo conceito
apareceu
Além de alfabetizar é preciso também
letrar
Sem essa condição não dá prá se
trabalhar.
No Brasil atualmente, não podemos
vacilar
Em nossa ação docente é preciso recriar
A criança é o sujeito e nela temos que
pensar.
Para isso acontecer faz-se necessário
Que a alfabetização e letramento
Caminhem lado a lado
Contribuindo assim, para o seu
aprendizado.
Componentes: Roberta, Cristiane, Geisa, Maria José, Soraia,
Mércia, Michele.
Por fim, o encontro foi
encerrado com a dança do abraço, a entrega dos mimos feitos com jujuba e o
agradecimento pela presença e pelo ótimo dia de trabalho.
Oi meninas,
ResponderExcluirO blog está ficando maravilhoso! Cada ação apresentada demonstra um trabalho bem organizado e delineado. Parabéns!!!